terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Recordando


Hoje mostramos duas fotografias retiradas do baú do Alex e que mostra bons momentos vividos na Família dos Amadores do Ramo Grande


Berto na guitarra, Nuno, Manel, Valter e Miguel Toste na cantoria



Berto na guitarra, Chora no acordeon e Totó nas Sevilhanas 

Alteração do Treino

Por razões climatéricas, nomeadamente a chuva que se fez sentir durante o dia de hoje na freguesia da Agualva e que deixou o piso da arena impraticável para o desempenho dos forcados, o treino fica agendado para amanhã, dia 6 de Fevereiro (Quarta Feira) pelas 20h.


quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Treino dia 5 de Fevereiro

Está agendado para dia 5 de Fevereiro (Terça-Feira) o próximo treino do GFA do Ramo Grande. O treino terá lugar no Campo de jogos da Agualva pelas 20 horas. O treino tem porta aberta para os interessados que tenham curiosidade de apreciar ou mesmo experimentar.

 Contamos com a presença de TODOS!
 


V Festival Luís Fagundes já tem data marcada



A temporada 2013 já está a ser preparada pelo Grupo de Forcados Amadores do Ramo Grande. Para além dos habituais treinos de preparação, o Grupo já tem agendado o Festival Luís Fagundes, o qual volta a realizar-se após um ano de interregno por motivos alheios ao grupo. Assim, o V Festival Luís Fagundes terá lugar no dia 11 de Maio de 2013 na Monumental Praça de Toiros Ilha Terceira. Brevemente será anunciado o cartaz com o respectivo Cartel.




terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Treino Amanhã

Está agendado para amanhã, Quarta-Feira (30 de Janeiro) pelas 20 horas, o primeiro treino de 2013 do GFA do Ramo Grande no Campo de Jogos da Agualva! Contamos com a presença de todos para a nova temporada! 



segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

domingo, 27 de janeiro de 2013

Pasodoble - Forcados do Ramo Grande



Hino aos Forcados do Ramo Grande
As meias brancas e o calção bem justo,
Barrete verde e jaqueta vermelha,
Abafam medos, a qualquer custo,
Vamos pegar de caras ou cernelha!
De peito aberto, sito de praça a praça.
Se é por ti, por ti, estamos indo,
Olhos nos olhos. Há garra e raça:
Eh toiro, eh toiro, eh, eh toiro, lindo!
Se a sorte nos brindar,
A alma nunca é pequena,
Olhos no céu, dou graças a rezar,
Parado, ao centro da arena.
Numa rosa ou num cravo,
Toda a gratidão se expande.
Somos da Terra do Bravo:
Forcados do Ramo Grande!
Soando o toque, unimo-nos à vida;
Entramos juntos, brindando a praça inteira;
A forcadagem é destemida,
De mãos na anca e com alma toureira.
E do silêncio irrompe a praça em festa;
Se já pegamos, então, porque suspiras?
A recompensa, no fim, é esta:
Um beijo teu, na flor que nos atiras.
Paulo Codorniz /Jun/2012

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Relembrando: Crónica da Corrida de 3 de Maio de 2012

INFANTES DO RAMO GRANDE FORAM REIS EM LISBOA; SÃO TORCATO COM NOTA ELEVADA 

por barreiradesombra, em 05.05.12

PRAÇA DE TOIROS DO CAMPO PEQUENO – 03.05.12
Director: Agostinho Borges – Veterinário: Carlos Santos – Lotação: 1/3
Cavaleiros: Sónia Matias, Ana Batista
Forcados: Ramo Grande
Matadores: Luis Procuna, David Mora
Ganadaria: São Torcato


A figura do forcado, ex-libris da lusitana tauromaquia, figura admirada pela sua valentia e destreza, transformada em arte de bem pegar os toiros dando-lhes todas as vantagens, teve nos infantes do Ramo Grande, terceirenses de gema, os grandes triunfadores da segunda nocturna do abono lisboeta na passada quinta-feira, 3 de Maio. E se estes bravos da Ilha Terceira mostraram como se pegam os toiros, os que saíram à arena e marcados com o ferro de São Torcato, foram também triunfadores pela sua qualidade e trapio no geral, com alguns toiros a destacarem-se e a mostrar a falta que faz a casta, a raça e a bravura nas nossas arenas.

Citar bem, de largo, mostrar-se ao toiro. Caminhar decidido e provocar a investia para, depois, recuar templadamente e fechar-se na cara do toiro, seja à barebla ou à córnea, com galhardia. E as ajudas a entrarem a tempo, cumprindo a missão, deixando brilhar o forcado da cara mas com a eficiência de parar o toiro para se poder dar por consumada a pega. Assim fizeram os forcados açorianos do Ramo Grande comandados por Filipe Pires e que tiveram como forcados de cara três irmãos, de seus nomes Manuel Pires, Miguel Pires e Nuno Pires, numa noite em que todas as pegas de caras foram consumadas à primeira. Parabéns Ramo Grande!

Os toiros de São Torcato, cinco deles de grande trapio, tiveram qualidades com a raça, casta e bravura a sobressaírem, excepção feita para 4º e 5º da ordem. Foram toiros que transmitiram emoção e expuseram os toureiros que, em muitas situações, não foram capazes de lhes dar as lides adequadas. Está também de parabéns o ganadeiro Joaquim Alves pois a Festa Brava necessita esta emoção que os seus toiros levaram a Campo Pequeno.

No que concerne ao toureio praticado, não saí muito satisfeito com o que vi e até alguma decepção se apoderou de mim ao ver que às boas condições de alguns toiros não houve correspondência no toureio praticado.  A espaços houve bons muletazos e dois ou três ferros curtos, o que, convenhamos, é muito pouco. E não foi por falta de matéria prima.

A lide a duo que abriu praça  serviu para mostrar que a um toiro de excelente qualidade não houve correspondência no toureio praticado por Sónia Matias e Ana Batista. Sem grande ligação, regista-se um curto de melhor nota para cada uma das toureiras mas. N o cômputo geral, a ficarem muito aquém da qualidade do toiro.

Nas lides a sós, nem Sónia nem Ana tiveram uma noite de inspiração, mostrando que há muito trabalho de casa para fazer, que há que procurar uma melhor leitura de terrenos, distâncias e querenças do toiro para lhe sacar o máximo partido. E, de novo, um ferro de qualidade para cada uma das cavaleiras, pouco, muito pouco, numa primeira praça do País e onde a exigência tem de ser cada vez maior.

No capítulo do toureio a pé, o enraçado e encastado segundo da noite, precisava de um Luis Procuna mais decidido e confiado na muleta. O toiro exigia que lhe colocassem bem a muleta, que lhe vencessem o pitón e levassem a muleta por baxio, em traçado mais largo e aí investida codicioso e com raça. Quiçá uma vara lhe tivesse tirado algum do temperamento que tinha e permitisse um toureio mais repousado e relaxado. Procuna, a espaços, por duas vezes conseguiu esse desiderato e sacou-lhe duas tandas de derechazos de muita qualidade. No seu segundo cumpriu com meias dúzia de muletazos de melhor nota. Esteve muito bem nas bandarilhas em ambos os toiros, sendo fortemente aplaudido.

O espanhol David Mora teve um bom início de faena no que foi terceiro da noite, deixando a muleta sempre bem colcada na cara do toiro, templando as já de si templadas investidas do de São Torcato e sacando-lhe bons muletazos. A partir do meio da faena, o toiro começou a parar-se, de meias investidas, e a faena decaíu de interesse. No que encerrou praça, e com um início de faena de joelhos em terra, Mora sacou alguns bons passes, entendendo bem terrenos e distâncias e conseguindo bons momentos de toureio.

Na direcção da corrida esteve Agostinho Borges assessorado pelo veterinário Carlos Santos, registando-se cerca de um terço da lotação preenchida.